
Chegou ao fim no final da tarde deste sábado, 24 de outubro, as campanhas presidenciais de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O candidato de direita, realizou neste dia dois mega atos e históricos. O primeiro deles em Minas Gerais, onde lotou as ruas de Belo Horizonte. O segundo, no Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira marcou presença em ambos atos e depois de percorrer do Brasil com o hit ‘Quem Ficar Parado é Petista Disfarçado’ e movimentar multidões, ele declarou o fim da era ‘PT’ no país.
Em suas redes, Nikolas mostrou o grandioso encerramento da campanha bolsonarista onde Flávio conseguiu realizar o maior ato político da história no Rio de Janeiro, levando uma mega multidão as ruas. Na legenda do vídeo divulgado, o deputado chegou a dizer: “E fechamos com chave de ouro! Tchau, PT“, disse Ferreira.
Leia também: Danilo Gentili se revolta com petistas: “um monte de filho da put*”
Confira abaixo a publicação:
Flávio Bolsonaro na Globo
Em entrevista ao Jornal da Globo, Flávio acabou sendo questionado se irá manter políticas de proteção ao meio ambiente adotadas pelo atual governo, assim como prometeu fazer com programas sociais, Flávio se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal até 2029, mas sem garantir proteção às atuais ações, e defendeu o uso das Forças Armadas na Amazônia.
Leia também: Lula diz que ‘vai acabar com a polícia’ caso seja eleito
“Essa questão, às vezes, é muito mais até criminal do que ambiental, e as Forças Armadas vão trabalhar no combate aos crimes na Amazônia. Por exemplo, a Aeronáutica vai ser reequipada, vai ser aparelhada com tecnologia para fazer sobrevoos, para poder fiscalizar, e as polícias vão ser acionadas para prenderem aquelas pessoas que estão fazendo o desmatamento ilegal“, disse o candidato.
Sobre o Ibama e ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Flávio disse: “São órgãos que, hoje, tem muitas travas que são ideológicas e eles vão ser órgãos que vão respeitar a lei. Vão parar de perseguir, por exemplo, quem mora lá no Pará e que o Ibama está tomando a propriedade deles na mão grande. Pessoas que foram estimuladas a irem lá para o Pará, na região de Altamira, todos os municípios que cortam ali a Transamazônica“, respondeu.
Leia também: Flávio Bolsonaro reúne milhares de brasileiros em ato às vésperas das eleições no Rio







