Temer quebra o silêncio e responde se vai disputar presidência em 2026

Ex-presidente vai contra articulação do MDB e adota neutralidade

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Michel Temer (Foto – YouTube)

Michel Temer (MDB) respondeu às dúvidas sobre seu futuro na política. Após especulações sobre articulações com aspiração ao Planalto, o ex-presidente quebrou o silêncio e falou sobre o assunto.

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Em entrevista a CNN, Temer garantiu que não planeja disputar a Presidência da República em 2026. A declaração foi feita em meio a articulações internas no partido que cogitam lançá-lo como alternativa à polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

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Apesar de negar qualquer movimento nesse sentido, Temer deixou uma brecha. “Nunca se sabe como será o futuro”, ponderou o cacique político, sem fechar completamente a porta para eventuais reviravoltas no cenário eleitoral.

Pressão interna para candidatura de Temer expõe racha no MDB

Nos bastidores, dirigentes nacionais do MDB passaram a defender publicamente a candidatura de Temer diante do cenário atual. A avaliação é que o partido precisa de um nome forte para ocupar o espaço do centro político e garantir protagonismo na sucessão presidencial.

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Em conversas recentes, no entanto, o ex-presidente refutou a possibilidade. Segundo interlocutores, Temer considera que o MDB deve atuar como uma espécie de fiador da estabilidade democrática, sem necessariamente disputar o Palácio do Planalto.

O ex-presidente reforçou que a decisão sobre o posicionamento da sigla caberá à convenção nacional do partido. Atualmente, a tendência majoritária é que o MDB adote uma postura de neutralidade na disputa presidencial, liberando os diretórios estaduais para apoiar candidaturas regionais.

Apesar disso, há resistências. Um grupo de lideranças do Norte e Nordeste defende que o partido oficialize apoio a Lula, buscando espaço na futura composição do governo federal. O racha interno promete esquentar os debates até a definição final.

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Amanda Souza
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