
O prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, Washington Quaquá, manifestou desconforto com a forma como a legenda foi representada no Carnaval do Rio.
Em postagem nas redes sociais neste domingo (22), ele rebateu a ala que exibiu “neoconservadores” enlatados no desfile da Acadêmicos de Niterói, escola que homenageou o presidente Lula. A alegoria, que mostrava famílias com referências a evangélicos dentro de latas, foi alvo de controvérsia.
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Quaquá detona ala progressista de desfile em homenagem ao Lula
Na avaliação de Quaquá, a postura afasta potenciais aliados. Para ele, é essencial que o partido mantenha pontes com todos os perfis da sociedade, inclusive os de visão mais tradicional.
“Minha gente, eu sempre falei isso e volto a repetir: quem quer governar o Brasil precisa entender o Brasil real. O PT nasceu como um partido popular, e partido popular não escolhe pedaço do povo. Não podemos deixar de dialogar com quem é conservador nos costumes. Uma parte significativa do nosso povo pensa assim e merece respeito”, afirmou.
O petista ainda defendeu que a legenda amplie seu arco de alianças sociais se quiser manter-se hegemônica. “Se queremos construir maioria e ter hegemonia política, precisamos abraçar todo mundo. Política de verdade é a que une, não a que divide!”, completou.
De acordo com informações do Metrópoles, o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” já tem pelo menos dez ações judiciais e gerou atrito com lideranças evangélicas, marcando a primeira crise política do governo em 2026, ano de eleições para presidente.
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