
Suzane von Richthofen, a condenada pelo brutal assassinato dos próprios pais, voltou à 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, após a morte do tio milionário, Miguel Abdalla Neto, que aconteceu na semana passada.
Suzane compareceu para tratar da “morte suspeita” de seu tio encontrado sem vida em sua casa de luxo no Campo Belo.
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Entenda o motivo da ida de Suzane von Richtofen à delegacia
Mas, calma, lá! Ela não está entre as suspeitas do crime, se é isso que você está imaginando até aqui.
Ela foi à delegacia com o objetivo de liberar o corpo do parente para sepultamento e dar o primeiro passo para assumir o controle de uma herança milionária.
Ela afirmou aos investigadores ser a “única parente consanguínea próxima” do tio, que vivia solitário e isolado, sem esposa, filhos ou irmãos vivos.
Com um patrimônio estimado em R$ 5 milhões, incluindo imóveis nobres e um sítio no litoral, a morte do tio colocou Suzane e seu irmão, Andreas, como únicos herdeiros diretos, em um novo e polêmico capítulo de sua história.
O médico Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, tio materno de Suzane von Richthofen, foi encontrado morto na sexta-feira (9) em sua casa no bairro Campo Belo, em São Paulo. Não havia sinais de violência aparentes no local, segundo a Polícia Militar. O caso foi registrado como morte suspeita no 27º DP, que acionou a perícia para investigar as causas do óbito.
Miguel era irmão de Marísia von Richthofen, assassinada em 2002 junto com o marido, Manfred, em um crime planejado com a participação da própria filha, Suzane ao lado dos irmãos Cravinhos.
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