Divulgação/TV Globo

Parece que este dia nunca iria chegar: o do julgamento de Jesuíno (José Wilker) pelo assassinato de Sinhazinha (Maitê Proença) e Osmundo (Erik Marmo). É a vez de Dorotéia (Laura Cardoso) dar o depoimento ao juiz sobre o caso. Cínica, ela conta o motivo de ter avisado o coronel sobre os amantes: “Eu queria que ele botasse a esposa nos trilhos. Ela deu um mau passo, mas merecia não morrer! Dona Sinhazinha era a melhor mulher do mundo”.

Jesuíno se irrita com o comentário e ataca Dorotéia: “A senhora diz isso porque é quenga!”. Dorotéia rebate na mesma moeda: “E o senhor é corno. Lhe digo, mereceu ser corno!”. Os dois ficam trocando farpas até que o juiz chama-lhes a atenção.

A beata e ex-quenga, então, diz sua última frase: “Jesus, Maria, José! Dona Sinhazinha sofria feito cão ao lado do marido. Só tinha consolo na igreja. O dentista era um homem bom. Ela sucumbiu. Fez bem, porque coronel Jesuíno nasceu com vocação pra corno. Há de ser corno com essa aí também!”, termina ela, apontando para Iracema (Amanda Richter) na plateia.

Jesuíno fica fora de si: “Eu lhe mato!”. O réu se atira sobre a senhora e começa a esganá-la de tanta raiva…

A cena vai ao ar no penúltimo capítulo de Gabriela, nesta quinta-feira, 25 de outubro.



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