Por mais estranho que possa parecer, a ideia do “Pânico”, em relação a Sabrina Sato, daqui pra frente é virar a página e ignorar que ela existe. De acordo com a coluna de Flávio Ricco, a saída da apresentadora, da forma como tudo aconteceu, deixou feridas que não serão cicatrizadas tão cedo.
No ano que vem, durante o processo de escolha de uma nova musa, estará terminantemente proibido qualquer termo que envolva a palavra “substituta”. Não haverá referência ou comparações com a agora contratada da Record. A ordem será focar a campanha na “nova integrante” do “Pânico”.






