
O jornalista Rodrigo Bocardi expressou sua opinião, ao vivo, no SBT Cidade sobre a grave dos trens que afetou um milhão de pessoas na última terça-feira, 4 de agosto, em São Paulo.
De acordo com Bocardi após a exibição da população tentando acessar o onibus, é uma sensação horrível e humilhação é o sentimento que a poupulação deve ter ao vivênciar isso diariamente. Rodrigo afirmou que, em meio a grave, quem paga é o trabalhar durante sua luta enorme. O âncora do telejornal demonstrou ser a favor da privatização, mas fez uma observação sobre isso.
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Rodrigo começou opinando em defesa das pessoas que fazem do transporte público: “Olha que sensação horrível. Humilhação, na verdade, é o sentimento. Porque você quer ganhar o espaço, acaba tropelando o próximo e vira uma disputa entre as próprias pessoas. Então, os próprios cidadãos de SP, todo mundo com o mesmo objetivo no final das contas. Olha quem paga é o trabalhador naquela luta enorme acorda cedo, perde não sei quanto tempo no transporte e ainda tem esse tipo de humilhação”.
“Olha isso… É um empurrando o outro. A empresa que assumiu já vem enfrentando problemas por conta do incêndio que ocorreu, recentemente, depois de três dias de assumir a operação e, agora, inclusive, até deixou de ter o controle da operação. E, agora, vem uma greve porque os funcionários são contras. Quer dizer? Uma discussão, tudo mal arrumado entre as esferas de cima e na esfera de baixo o que sobra é isso que a gente está vendo”, pontuou opinativamente.
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Privatização
Em seguida, Rodrigo Bocardi assumiu que é favorável a privatização, mas fez uma abservação séria: “Costumo dizer que, nessa história de privatização, falo mesmo abertamente e jogue a pedra que quiser, eu sou favorável a um processo de privatização. Só que esse processo de privatização tem que ser melhor do que era o anterior. Em São Paulo não está acontecendo isso. O lado privado não está conseguindo oferecer o mesmo serviço que o estado oferece. As pessoas estão sofrendo demais com isso”.
O apresentador do SBT continuou: “São pessoas que trabalham ali que entendem do sistema e em três dias de operação tem um incêndio? Isso não pode acontecer. Você tem que ter o mínimo de preparo para que você não tenha o incêndio e não tenha a paralisação. Você tem que ter o mínimo de preparo com clase trabalhadora, no contrato que você está fazendo, para que as pessoas não parem de trabalhar e prejudique os demais. Eu acredito nisso. Vamos fazer um processo desse, mas que não traga prejuízo para a população”.
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