
Morreu nesta última segunda-feira, 12 de outubro, Jomard Muniz de Britto, precursor do movimento tropicalista pernambucano, aos 89 anos. O escritor e cineasta estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital particular do Recife (PE).
De acordo com a jornalista Terezinha Nunes, Jomard Muniz de Britto enfrentava um quadro grave de infecção respiratória generalizada nos pulmões. Ele também lutava contra os sintomas da doença de Parkinson. A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) compartilhou uma nota oficial lamentando a morte do cineasta e destacou a contribuição dele para a cultura pernambucana.
“Foi com um profundo pesar que a Fundarpe recebeu hoje a notícia da morte de Jomard Muniz de Britto, importante intelectual, poeta, cineasta e pensador pernambucano, cuja vida se confunde com momentos fundamentais da história cultural pernambucana a partir dos anos 1960“, publicaram no Instagram.
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“A Fundarpe se solidariza com familiares e amigos. O legado de Jomard Muniz de Britto, inscrito na história das artes e do pensamento em Pernambuco, seguirá merecendo ser preservado, difundido e redescoberto pelas novas gerações“, ainda publicaram.
Entre as principais obras do cineasta pernambucano, estão os filmes ‘O Palhaço Degolado’ e ‘Inventário de um Feudalismo Cultural’, em que afrontou a estética e as referências da cultura regional. Ao longo da carreira, publicou dez livros, escreveu peças de teatro e realizou mais de 30 filmes e vídeos.
O velório e o sepultamento de Jomard Muniz de Britto foi realizado na segunda-feira (12) na capela do Cemitério de Santo Amaro, no Recife (PE).
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