
Na reta final do ‘BBB 26‘, Gabriela não conseguiu escapar das berlindas e foi a eliminada do jogo. A estudante de psicologia saiu com 64,12% dos votos, em um paredão contra Juliano Floss e Ana Paula Renault. Ao longo de sua participação, Gabi se destacou por um jogo de posicionamento firme, sem medo de conflitos, fosse com adversários ou aliados, e por uma amizade intensa com Chaiany, que se tornou um dos pilares de sua jornada dentro da casa.
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Na entrevista a seguir, Gabriela reflete sobre os conflitos, as alianças e os aprendizados que marcaram sua passagem pelo reality e fala sobre os planos para o futuro fora do programa.
Faltavam apenas 7 dias para a grande final do ‘BBB 26’. Na sua opinião, o que te impediu de chegar até lá?
Eu acho que caí no paredão errado. Era um paredão desfavorável, com duas pessoas fortes aqui fora e dois aliados. Acredito que isso me impediu de chegar à final.
Você entrou na casa alguns dias depois dos outros brothers, já que passou um tempo no quarto branco. Qual foi a sua estratégia para ir mais longe no jogo quando se viu dentro do reality oficialmente?
Eu entrei com a cabeça de jogar, me posicionar e mostrar quem é a Gabi. Meu objetivo era ganhar o prêmio, e acredito que a única forma de conseguir isso é jogando, se posicionando e mostrando tanto os defeitos quanto as qualidades. Então, me joguei de cabeça. Essa era a minha estratégia.
O que mais te surpreendeu quando entrou na casa? Foi muito diferente de como via na TV?
A casa é muito grande, e na TV não parece tanto. São muitas luzes e cores. Eu ficava olhando e era muita coisa. Parece que a gente não vai se acostumar. As portas que precisam apertar para abrir… muitas coisas diferentes.
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No primeiro Sincerão da temporada, logo depois de deixar o quarto branco, você apontou o Leandro como planta. Ele usou esse argumento contra você em diversos conflitos ao longo da edição. Por que o escolheu para essa dinâmica?
Eu o escolhi porque tínhamos apenas um dia e meio de convivência na casa. O Sincerão é um jogo que propõe posicionamento, e nos cinco dias do Quarto Branco observei que ele era mais quieto. Quando entramos na casa, ele se afastou e não tinha muito contato. Pela minha percepção, havia pouca movimentação e comunicação, por isso o coloquei como planta, alguém que não ganharia.
No BBB, você não evitou conflitos com adversários nem com aliados. Chegou inclusive a colocar o Alberto Cowboy no monstro quando teve a chance. Como avalia seu posicionamento na casa?
Eu agi de acordo com o que estava sentindo no momento. Ele tinha me chamado de fraca, e eu estaria sendo incoerente comigo mesma se não reagisse. Fui muito guiada pelo que sentia e ouvia. Naquele momento, dar o monstro para ele foi o que fez sentido.
No grupo do quarto “Sonho de Voar”, você se queixava por não ser prioridade de ninguém. Por que optou por estabelecer uma aliança com eles no começo da competição?
Foi por identificação. A casa ficou bem dividida, e nos outros grupos havia pessoas com quem eu tive questões. Eu me identifiquei mais com o outro grupo, tive mais afeto por eles, então escolhi jogar junto. Só que em alguns momentos eu sentia que não era prioridade, e achava que era coisa da minha cabeça. Eu tenho um jeito reativo e me perguntava se não estava sendo dura demais. Também tinha medo de jogar sozinha e tomar ataques dos dois lados: do grupo “Sonho de Voar” e do outro, que não me aceitava de jeito nenhum.
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A Chaiany foi sua grande aliada no reality, apesar de estarem em lados opostos na disputa. Como foi equilibrar jogo e amizade dentro da casa?
Eu e a Chai nos respeitávamos muito. Tínhamos carinho e afeto para além do jogo. Pensávamos de formas diferentes e opostas, mas nosso companheirismo fez a amizade ir além da disputa. Por isso conseguimos dosar bem.
E como foi lidar com a eliminação dela há poucos dias?
Foi muito difícil! Sofri demais. Parecia que uma parte de mim estava saindo. Quando ela saiu, eu gritei de dor. Abracei e não queria soltar, porque pensei: “a hora que eu soltar, ela vai embora”. A Chai foi tudo para mim, um presente no BBB. Ela me escutava em todos os momentos, segurava minha mão… Independente de concordar ou não, estávamos sempre juntas. Tivemos momentos de diversão e de aproveitar cada instante.
Faria algo diferente se tivesse a chance?
Eu seguiria mais a minha intuição e não ficaria com tantas dúvidas. Lá dentro é preciso dosar o que você sente internamente com o que acontece externamente. No BBB não há muito tempo para raciocinar. As coisas acontecem rápido: às vezes você sente algo de manhã e, à noite, já aconteceu outra coisa. Não dá tempo de respirar, você acaba reprimindo o sentimento.
Como imagina sua vida após o término do BBB? Vai seguir cursando Psicologia?
Sim, quero muito voltar a estudar. Estou vendo a agenda, não sei se vai dar para voltar este ano, mas vou retomar. É minha paixão, é onde me encontrei. Eu já trabalhava na área.
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Que sonhos deseja realizar daqui para frente?
Quero muito comprar uma casa ou apartamento, melhorar minha vida financeira e a da minha mãe. Quero trabalhar bastante e voltar a estudar, porque sinto saudade.
Para quem fica a sua torcida? Por quê?
Minha torcida, pelas pequenas coisas que vi, pela representatividade, força, história e por ser pipoca, fica para a Milena. Eu disse que a admirava, mesmo com nossos atritos. Pela questão de representar, por tudo que ela já passou, por ser tão difícil chegar ao Big Brother e ter essa oportunidade, e pelo esforço dela em trabalhar para pagar as contas. Então, minha torcida é para ela, apesar de algumas coisas no jogo com as quais não concordei.
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