Porta-voz americana desmente Flávio e exalta Lula: “A decisão do presidente do Brasil”

Porta-voz explica a verdade sobre a decisão polêmica

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Amanda Roberson (Reprodução/Captura de tela/ GloboNews)
Amanda Roberson
(Reprodução/Captura de tela/ GloboNews)

A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA desmentiu influência de Flávio Bolsonaro na classificação das facções, esclareceu que o assunto não tem nada a ver com ações militares no Brasil e exaltou Lula.

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Amanda Roberson afirmou em entrevista ao SBT News que a decisão de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais foi tomada exclusivamente pelo presidente Donald Trump e sua equipe, sem influência da família Bolsonaro e sua trupe.

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A prioridade dos EUA também é a nossa economia, fazendo nosso país mais forte. Agora, a decisão do presidente do Brasil é dos brasileiros. Estamos focando na nossa estratégia de fazer os EUA e o mundo mais seguros”, disse a loira ao SBT.

Porta-voz americana fala sobre família Bolsonaro

A beldade destacou que a legislação americana que permite essas designações não prevê intervenção militar no Brasil, diferenciando o caso de outros países como a Venezuela. Roberson frisou que cabe ao Brasil decidir suas próprias medidas internas, enquanto os EUA apenas incentivam ações mais rigorosas contra os grupos criminosos.

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À GloboNews, em outra entrevista, a porta-voz reforçou que a prioridade do governo Trump é proteger os interesses e a segurança dos americanos, e que a designação dos grupos faz parte dessa estratégia.

Presidente Donald John Trump e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Divulgação/ Presidência da República/ Ricardo Stuckert)
Presidente Donald John Trump e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Divulgação/ Presidência da República/ Ricardo Stuckert)

Ela também comentou sobre um encontro espontâneo entre Trump e Lula nos bastidores da ONU, destacando a boa relação entre Brasil e EUA e a necessidade de cooperação em desafios globais.

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Eles conversaram, até se abraçaram. É um fato que realmente o Brasil e os Estados Unidos têm muito em comum, compartilham os maiores desafios no mundo hoje e precisamos continuar trabalhando juntos. Nossos países têm uma história longa, uma relação ampla, e essa relação obviamente vai continuar e avançar”, acrescentou ela sobre Lula.

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Vinícius Carvalho
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