
Gleisi Hoffmann participou de um ato em Curitiba, no Igloo Super Hall, para lançar sua pré-candidatura ao Senado e apoiar Requião Filho (PDT) ao governo do Paraná.
No evento, a beldade chamou Sergio Moro de “juiz ladrão”, acusando-o de nunca ter combatido a corrupção e de usar sua trajetória política como projeto de poder. Além disso, ela associou Moro ao bolsonarismo e disse que é dever histórico impedir que ele governe.
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A loira também criticou Filipe Barros, chamando-o de “deputado da Emenda Master”, em referência ao projeto que amplia a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O ato ocorreu após manifestação da direita com Moro, Flávio Bolsonaro, Deltan Dallagnol e Filipe Barros, reforçando a disputa política no estado.
Gleisi Hoffmann sobe o tom
Gleisi destacou ainda a coragem e caráter do pedetista Requião Filho, afirmando que ele chegará ao segundo turno e derrotará Moro em eventual disputa. “Temos o dever histórico de não deixar o Moro governar“, disparou.
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“Quem está atuando para favorecer o crime organizado é ele, Flávio Bolsonaro, porque se ele quisesse mesmo transformar o PCC e o CV em organizações terroristas ele tinha feito no governo do pai dele. Eles ficaram quatro anos e nunca articularam com os americanos para fazer isso. Por quê? Porque com certeza o pessoal da economia disse ‘não faça, porque senão vai prejudicar o Brasil’. E já estamos começando a ver empresários e o pessoal da área financeira dizendo os prejuízos que vão ter”, comentou a senadora sem dó.
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