
Nesta quinta-feira, 3 de setembro, a atriz Claudia Raia relembrou a parceria e amizade que mantinha com o apresentador Jô Soares, que faleceu em 2022.
Claudia foi a grande convidada do programa ‘Sem Censura’ desta data e contou que, entre vários momentos importantes ao lado do humorista, foi ele quem detectou um câncer de pele dela. Além disso, a artista contou como os dois se conheceram, num restaurante do Rio de Janeiro, depois de uma apresentação dela no musical A Chorus Line.
Na conversa, Cissa Guimarães, apresentadora do vespertino, relembrou uma frase dita por Jô sobre o encontro: “A cada 10 anos nasce uma estrela, mas de 20 em 20 anos nasce uma mulher como você”.
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“Foi a primeira coisa que ele me disse quando o encontrei. Quando eu cheguei [no restaurante], ele se levantou e disse: ‘Preciso falar uma coisa para você’; e falou essa frase.”, expressou Raia, relatando que aprendeu muito sobre comédia com Jô. Claudia e Jo namoraram entre 1984 e 1986.
“Eu trabalhei com grandes comedidantes no Viva o Gordo. Me lembro que o estúdio começava 14h; 12h eu já estava lá e assistia a todos os comediantes o dia inteiro. “Quando eu cheguei para gravar, eu achava que seria a gostosona — porque naquela época era assim: os comediantes e as gostosonas. Mas, quando cheguei, eu tinha um quadro com ele!”, relembrou Claudia, acrescentando que o humorista a aconselhou a seguir a própria intuição ao contracenar com ele.
Em seguida, Raia disse ainda que, à época, a TV Globo queria lançá-la, mas Jô não deixou e disse que ela construiria o próprio público, ao invés de “ser jogada ao público”. Ela relatou que foi ele também que disse que a artista deveria se chamar Cláudia Raia e não Maria Cláudia: “Me batizou em todos os sentidos, inclusive salvou minha vida”, expressou a famosa.
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Em seguida, Raia relembrou também o dia em que o apresentador viu uma pinta na sua perna e aconselhou que ela investigasse a lesão: “Me levou no Dráuzia Varella, que disse que era um melanoma cancerígeno e que iríamos tirar. Ele salvou a minha vida, porque em dois anos eu estaria sem a perna”.






