Luise Whischermann foi paquita nos anos 1980 – Instagram

Conhecida do grande público no passado  como a paquita Pituxa Alemã, Luise Whischermann trabalhou ao lado de Xuxa Meneghel  entre 1986 e 1989. Agora, aos 45 anos, a ex-assistente de palco da Rainha do Baixinhos enfrenta a luta contra a esclerose múltipla.

Em seu perfil no Instagram, Luise faz campanha para conseguir meios de publicar o livro que leva o título ‘Porque não eu?’ , onde fala da sua luta desde que foi diagnosticada.  Para conseguir levar a publicação ao grande público ela, inclusive, tem um projeto em um site de financiamento coletivo. O objetivo é arrecadar R$ 120 mil.

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Em um post publicado na quinta-feira (06), ela exibe uma foto com o rosto com curativo e  explica que o machucado foi resultado de um tombo provocado pelos sintomas da doença. “A esclerose já me machucou muito. Mas como tudo na vida, levantei, procurei e aprendi. Essa é uma das muitas histórias que contarei no livro Por que não eu? Superação é comigo! Ficou curioso? Venha fazer parte dessa história”, convida.

No site para o financiamento da publicação, Luise mostra um pouquinho da sua história desde que começou a perceber que algo estava errado com ela. “Comecei a sentir desequilíbrio andando pelas ruas perto da minha casa em Toronto e também não sentia frio, por vezes fazia 20 graus abaixo de zero e eu saía de casa sem casaco, com um xale e um chapéu. Eu simplesmente não sentia frio. Meu médico começou a ter suspeitas de que algo muito errado estava acontecendo comigo. Pouco tempo depois, subindo as escadas do meu apartamento, no degrau 18, desmaiei… 9 pontos no rosto, muitos roxos pelo corpo e 2 dentes quebrados. Assim descobrimos a tal da Esclerose Múltipla”, contou.

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Ela ainda lembrou da dificuldade quando não recebeu apoio do ex-marido. “Pedi para separar e que ele saísse de casa. Ele não saiu e disse que eu deveria pegar meu escritório, o quarto do meu filho e minhas coisas. Como? Assim o fiz. Senti na pele o significado de rejeição e descaso. Não foi humano, não foi gentil, não foi amigo. Imagino que deve ter sido muito difícil lidar com a nova realidade e mesmo que o amor tivesse acabado, não teve respeito, amizade nem compaixão. Foi difícil, mas sou resiliente e tinha um filho para criar. Aprendi que a vida é assim: cheia de surpresas. E vamos em frente”, afirmou ela, que voltou ao Brasil pouco depois.



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