Izabel Alvares - Divulgação/Band
Izabel Alvares – Divulgação/Band

Conhecida nacionalmente após ter participado da segunda temporada do ‘MasterChef Brasil’, em 2015, Izabel Alvares passou por uma mudança de vida radical de lá pra cá, ao longo desses quatro anos, e chegou até mesmo a desenvolver uma doença autoimune, artrite reumatoide. Em entrevista concedida ao portal UOL, a vencedora da edição entregou o motivo de que lhe fez conseguir vencer mais do que a premiação.

“Sofri muito no programa com gordofobia e isso acabou me impulsionando. Transformei aquela frustração de ser xingada em uma força interior. Foi um estímulo para eu conseguir começar”, revela ela, que chegou a pesar mais de 100 quilos, e lembrou o choque ao já ter se visto naquela situação nas telinhas.

“Já me acostumei com aquela minha imagem física da época. Hoje para mim é muito mais forte ver o meu sofrimento e a minha ansiedade. Eu chorava muito! Não estava confortável com aquela experiência. Era quase uma patologia. Nunca tinha passado por algo parecido. Ficava numa agonia que não era normal e consigo observar como eu levava isso para um lugar diferente dos outros participantes”, confessa.

Embora sentisse tanta vergonha e problemas consigo mesma, Izabel acredita que não sente arrependimento em ter só participado do reality comandado por Ana Paula Araújo. “Se não tivesse ganhado eu teria me arrependido de ter participado. Acabei ganhando uma visibilidade maior por ter vencido e soube utilizar o título porque corri atrás das minhas coisas. Se tivesse ficado em segundo ou em terceiro lugar, eu não teria conseguido o retorno midiático de que eu precisava e acabaria tendo passado só por uma experiência que foi muito dolorosa. Não foi um momento fácil da minha vida”, garante.

Segundo ela, após ter desenvolvido a doença autoimune, Izabel acredita que a descoberta se deu logo após sua participação no formato culinário. “Hoje em dia, a doença está controlada, mas sinto muita dor ao acordar. Tive que fazer adaptações, como ginástica à noite. Ao longo do dia, a dor reumática vai passando. Quando bebo álcool, no dia seguinte a dor vem bem forte”, explica.

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