
Fernanda Torres afirmou que o filme Ainda Estou Aqui ajudou a criar um consenso entre pessoas de diferentes posições políticas sobre a importância da democracia.
Segundo a atriz, uma das principais mensagens que emergiram da recepção do filme é que viver sem democracia prejudica toda a sociedade, independentemente de ideologia política ou crença religiosa.
“Queridos, quando a gente lançou, ainda estou aqui, uma das coisas mais lindas que aconteceram em torno daquele filme foi uma espécie de comunhão, um consenso em torno da história da Eunice Paiva e da família Paiva de que viver num país sem democracia é uma coisa ruim para todo mundo, independente da sua ideologia, da sua crença religiosa”, disse a beldade.
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O filme retrata a história de Eunice Paiva e sua família durante a ditadura militar brasileira, especialmente após o desaparecimento de seu marido, Rubens Paiva, que foi preso por agentes da repressão.
A obra aborda temas como violência de Estado, memória histórica, direitos humanos e a busca por justiça.
A repercussão do filme recolocou em evidência a trajetória de Eunice Paiva como defensora dos direitos humanos e da memória das vítimas da ditadura. “Eu vou votar no Lula, mas eu vou votar com três pessoas na cabeça: o Alckmin, que teve uma situação estupenda diante do Tariflávio, negociando com as empresas brasileiras junto com as empresas americanas uma forma de a gente encontrar uma saída ali”, comentou.
As outras duas são Simone Tebet e Marina Silva. A primeira pela atuação dela na crise do Covid que custou a vida de 700 mil brasileiros. Se o Brasil estivesse na média mundial, teriam morrido em torno de 300 mil. E Marina Silva pela maior redução do desmatamento do Brasil em 40 anos.
🚨VEJA: Fernanda Torres posta vídeo e declara voto para Lula no segundo turno. pic.twitter.com/NTl3UQqhr0
— CHOQUEI (@choquei) October 23, 2026







