Gisele Bündchen
Gisele Bündchen / Reprodução: TV Globo

Caldeirão do Huck deste sábado (15), contou com a presença de Gisele Bündchen. A übermodel foi entrevistada pelo apresentador Luciano Huck, e não conteve as lágrimas com a surpresa que recebeu.

Luciano começou o bate papo falando sobre o livro que Gisele lançou, ‘Aprendizados: Minha Caminhada Para Uma Vida Com Mais Significado’, nele ela fala sobre os pais, as cinco irmãs, a época da escola – onde sofreu bullying e jogava vôlei, o começo nas passarelas, a carreira internacional, o casamento, a maternidade e tudo que sofreu e aprendeu ao longo dos seus 38 anos.

Huck então perguntou a modelo qual era a melhor lembrança que ela tinha da época da escola. Bündchen nem precisou pensar muito e responde que era o vôlei. “O vôlei. Eu amava jogar vôlei, era muito legal, era o que me dava confiança, porque eu sofria bullying na escola né, eu era a Olivia Palito, a saracura. Eu era muito magra, eu tinha 1,78 m com 13 anos e eu era um palito. Jogava vôlei e ficava um camarão quando eu jogava, então eu também era chamada de ‘camarão'”, relembrou.

Depois a top também explicou o porque do vôlei ser tão importante. “Ele me deu alguma coisa que eu podia ser boa naquilo… Eu me sentia. A gente viajava, competia com as escolas. Mas era o que eu mais amava, a gente treinava todos os dias, e era aquela coisa que me dava força e era nisso que eu iria focar e era boa”, afirmou.

Gisele começou a praticar o esporte no início dos anos 90, e jogou até 1994, antes de ingressar para a carreira de modelo. Ela jogou vôlei de praia e de quadra.

Luciano Huck aproveitou esse momento de nostalgia para relembrar uma foto antiga presente no livro. Nela, Gisele aparece ao lado das colegas do time de vôlei do qual fazia parte em 1993. O registro a emocionou e ela mal poderia imaginar que reencontraria ali, no palco do programa, as amigas que não via há 25 anos.

O apresentador mostrou a foto em um telão e perguntou se ela imaginava o que havia acontecido com essas meninas depois de tanto tempo. Ela respondeu que não e foi então que o telão subiu e mostrou todas as companheiras do time de vôlei devidamente uniformizadas. Gisele não conteve a emoção e caiu no choro, em seguida foi ao encontro das colegas e o grupo deu um abraço coletivo.

As meninas relembraram alguns momentos e depois refizeram a foto da adolescência.

Veja o momento que Gisele revê as colegas:

Confira as fotos:  

Gisele Bündchen e o time de vôlei de 1993 / Reprodução: TV Globo
Gisele Bündchen recria foto da adolescência 25 anos depois / Reprodução: TV Globo

Fernanda Souza chora ao relembrar de momento difícil do passado

Gisele Bündchen conta como seus pais reagiram quando souberam sobre ataques de pânico

Ainda em entrevista à Luciano Huck, Gisele Bündchen contou que sofreu ataques de pânico quando tinha 23 anos. Nessa época ela já havia conquistado uma posição de destaque na carreira.

A übermodel revelou que seus pais descobriram sobre os ataques, após a leitura do seu livro.

“Eu tive um ataque de pânico que durou na verdade uns nove meses. Tudo eu achava que ia morrer”, disse. “O pai, quando ele leu, mandou uma mensagem falando: ‘Eu não sabia que isso tava acontecendo contigo, me desculpa’. A mãe também estava toda emocionada, chorando, e eu falei: ‘Mãe, por favor, eu tinha que ter passado por isso'”.

Gisele ainda afirmou viu no problema uma oportunidade que transformou a vida da modelo: “Por isso que tem uma parte do livro em que eu digo que os desafios são oportunidades disfarçadas, né? Foi uma coisa que foi tão difícil na minha vida, mas que me trouxe uma outra vida, outra oportunidade pra ver a vida de uma forma diferente. Foi uma bênção na minha vida, por mais que tenha sido um dos momentos mais difíceis”.

E ela contou como se curou das crises: “A ioga foi fundamental”.

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