
Uma confusão fez um voo da Latam expulsar o cantor MC Chefin e sua equipe de um voo que iria para Vitória, no Espírito Santo. A aeronave já estava em Maricá, quando retornou ao aeroporto Santos Dummont porque os músicos se recusaram a usar máscaras.
MC Chefin conversou com a coluna Leo Dias, dos jornal Metrópoles e confirmou que foi expulso junto com os cantores Bielzin, Oruan e PL Quest. O cantor disse que eles foram vítimas de uma “covardia” da companhia aérea, visto que faziam o uso da máscara.
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O cantor contou que inicialmente ele e os cantores estavam com a máscara abaixada dentro da aeronave, mas quando foram solicitados, colocaram o item de forma adequada no rosto. Ainda de acordo com ele, parte dos passageiros estavam sem o acessório.
Com o avião já em percurso, o comandante avisou o retorno ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Chegando ao local, os cantores foram sendo chamados um a um para se retirarem do avião e se encontrar com a polícia federal. Ele ainda afirma que mesmo com outros passageiros estando sem o uso da máscara, o problema foi conduzido a todo o momento apenas contra eles.
A companhia aérea emitiu nota oficial sobre o assunto. “A LATAM Airlines Brasil informa que a aeronave do voo LA3183 (Rio de Janeiro/Santos Dumont-Vitória) deste sábado (19) precisou retornar ao aeroporto de origem em função de comportamento indisciplinado de um grupo de passageiros que se recusaram a usar máscara. A aeronave já pousou normalmente, em completa segurança”, disse a companhia aérea.
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A empresa continua justificando. “Diante disso, a Polícia Federal foi acionada para realizar o desembarque do grupo de passageiros indisciplinados. O restante dos passageiros recebeu toda a assistência necessária e prosseguiu para Vitória na mesma aeronave que decolou às 10h28 deste sábado. A empresa reforça que segue os mais elevados padrões de segurança, atendendo rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais e esclarece ainda que o uso da máscara durante os voos da companhia e nas áreas de aeroporto segue obrigatório, conforme determinação da resolução nº 456/2020 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que segue em vigor de acordo com nota da própria agência”, completou.





