Buchecha / Instagram

Claudinho e Buchecha fizeram muito sucesso nos anos 90, eles lançaram vários hits como ‘Só Love’ e ‘Nosso Sonho’. No entanto, Claudinho foi vítima de um acidente de carro, na Rodovia Presidente Dutra, no dia 13 de julho de 2002.

Atualmente Buchecha continua com sua carreira de cantor e e nota para o ‘Blog do Leo Dias’, ele adiantou algumas informações sobre o filme que deve contar a história dos dois: “Será um filme que conta toda a trajetória da dupla. Pegaram histórias da minha família, coisas que eu contei sobre nós, da família do Claudinho, relatos de fãs. Está bem completo. Tenho certeza que será muito premiado e vai emocionar e surpreende”, disse o cantor, otimista e nostálgico.

Ainda nos dias de hoje, o funkeiro ‘das antigas’ Buchecha continua cantando ‘Só Love’ em suas apresentações solo, mas diz, emocionado, que sempre que sobe ao palco, relembra seu ex-parceiro.

“Isso é inevitável. Fica marcado na minha memória a primeira vez que cantamos juntos, ele indo na minha casa para escrevermos a primeira música, para participarmos de festival. São muitas lembranças”, relatou ele a Leo Dias.

O Filme

Claudinho e Buchecha
Divulgação / Instagram

Uma cinebiografia, o enredo do filme trata da história de vida e trajetória profissional de uma das duplas mais populares das origens do funk. A película que conta a história da dupla Claudinho e Buchecha será realizada pela Urca Filmes.

A previsão para o lançamento do filme é o fim de 2020, e, como disse Buchecha, será bem completa.

‘Nosso sonho’ deve levar para as telas de cinema a carreira de sucesso de dois amigos de infância de São Gonçalo, que, infelizmente, foi interrompida por um trágico acidente de carro em 2002, no qual o cantor Claudinho veio a falecer.

Festa da linha do tempo do funk

No dia 10 de julho, Buchecha lançará a festa ‘Bagunça do Buchecha’.

Na festa, o cantor pretende resgatar músicas que fizeram sucesso no passado, não somente no ritmo do funk, mas aberta a diversos ritmos e convidados.

Buchecha define o evento como: “É uma ‘bagunça organizada e sem roteiro’. Uma reunião de amigos, convidados. E a espinha dorsal do repertório é o funk antigo. Mas nada impede de cantarmos os sucessos de agora também. Será uma quarta-feira por mês, e tenho certeza que será mais um sucesso no Rio de janeiro, podendo até viajar o Brasil, quem sabe”.

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