
Nessa última terça-feira (26/05), Thaila Ayala relatou um episódio que a levou a um estado de alerta dentro de casa ao suspeitar, por um momento, que a filha Tereza pudesse ter sido vítima de abuso sexual.
Atriz detalha como aborda educação sexual dentro de casa
Durante o podcast “Mil e Uma Tretas”, Thaila Ayala explicou que sempre orientou seus filhos sobre o próprio corpo desde cedo. “Eu peço licença para tocar nas partes íntimas dos meus filhos desde que eram recém-nascidos. Não entendiam ainda o que eu estava falando, literalmente, mas se tornou [algo comum]. Eles cresceram ouvindo eu pedir licença para limpar suas partes íntimas.”, contou logo a princípio.
Na sequência, a atriz também criticou o uso de apelidos para se referir às partes íntimas de crianças. Para ela, a nomeação correta faz parte da proteção: “São órgãos: vagina e pênis. Tem que saber o nome desde sempre.“, pontuou. Além de Tereza a artista também é mãe de Francisco, de 4 anos, fruto do casamento com Renato Góes.
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“Eu quase desmaiei”, diz atriz ao lembrar suspeita envolvendo a filha
Em seguida, ao longo da conversa, Thaila Ayala detalhou como a rotina de cuidados é compartilhada entre poucas pessoas próximas. “Isso era um diálogo aberto dentro de casa. Quem dá banho [nas crianças] são basicamente a mãe, o pai, a babá e minha cunhada. Não tenho família própria, então somos nós.”, contou. Logo depois ela ainda acrescentou: “Isso é acordado desde sempre. Já até conversei sobre isso na escola com a única responsável por trocar a fralda da minha filha. Mas aí, outro dia, do nada, a minha filha solta um apelido que nem lembro [qual].“, disse.
Segundo a famosa, foi nesse momento que a preocupação surgiu: “Eu quase desmaiei. Comecei a tremer na hora. Tremia, passava mal, porque ali você já pega um possível abuso.”, explicou. “A gente sabe que não é o padrão, mas normalmente o abusador dá ‘apelidinhos’ e ‘nomezinhos’ [para as partes íntimas], então ali eu já comecei a me tremer inteira, (…) pânico.”, comentou.
O episódio aconteceu recentemente, quando a menina tinha 3 anos. Conforme a esposa de Renato Góes, até então, a família nunca havia utilizado outro termo para se referir à região íntima da criança. A investigação do contexto levou à descoberta de que o apelido havia sido usado por uma babá durante um fim de semana específico. A artista relatou alívio ao entender a situação: “Falei: ‘Menos mal’. Mas só ali você já pode proteger sua criança, ao saber que alguma coisa da rotina mudou, só por dar o nome real.“, destacou por fim.
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