“Puxa, e a festa?”, “Não vai rolar balada hoje?”, “Quando vai ser então?”. Estes foram os comentários que dominaram a noite na fazenda. Como os peões estão (mal) acostumados com uma baladinha às sextas-feiras, todos eles já se preparavam para a farra com antecedência.
Igor Cotrim, por exemplo, já pensava no dia seguinte, quando todos teriam de lidar com as atividades. “Se não tiver tarefa, vou dançar até as seis da manhã”, Sheila Mello ia na mesma toada. “Não vejo a hora de começar a festa”.
No entanto, quando a noite foi chegando, os peões perceberam que não haveria baladinha desta vez. Ou seja: no sábado todos terão de acordar bem cedo para dar conta dos animais e das plantas.
E cada um teve de pensar em algo para fazer, desde que fosse no interior da sede ou no máximo na varanda, pois uma forte chuva começou a cair em Itu.
Maurício Manieri e MC Leozinho, por exemplo, ficaram no violão, sendo observados pelos colegas. E entre uma música e outra, todos se perguntavam: “Quando será a próxima festa?”






