PF mira policiais suspeitos de rede internacional de tráfico ligada a facções pelo Brasil

PF faz megaoperação

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Polícia (Imagem/Montagem/Google FX)

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Ifrit para combater uma organização criminosa transnacional investigada por tráfico de drogas, tráfico internacional de armas, lavagem de dinheiro e crimes violentos.

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Trata-se de uma grande operação da PF contra uma rede criminosa internacional ligada ao tráfico e a facções, com suspeitas de envolvimento de agentes das forças de segurança e atuação na fronteira entre Brasil e Paraguai.

A investigação aponta que o grupo tem ligação com facções criminosas, incluindo o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o PGC (Primeiro Grupo Catarinense), e seria liderado por um núcleo familiar.

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Entre os investigados estão policiais civis, policiais militares de Mato Grosso do Sul e um policial rodoviário federal, suspeitos de participação ou apoio às atividades da organização.

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Operação da PF

A operação ocorre em sete estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.

Foram cumpridos 76 mandados de busca e apreensão, 26 mandados de prisão (25 preventivas e 1 temporária), além de medidas de monitoramento eletrônico e do afastamento de três policiais civis de suas funções.

Segundo a PF, a organização atuava principalmente na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero (Paraguai), mas mantinha ramificações em diversos estados brasileiros.

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As investigações indicam que drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai. Os entorpecentes abasteciam o mercado brasileiro e também eram enviados para a Europa, especialmente para Espanha e Portugal.

O grupo também é investigado por crimes como sequestros, torturas, atentados e homicídios, utilizando armamento pesado e veículos blindados para controlar territórios e intimidar rivais.

Vinícius Carvalho
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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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