
Para poupar R$200 por mês com piscineiro, a academia C4 Gym colocou um manobrista na função. Resultado: a quantidade de cloro usada por dia na piscina correspondia a carga recomendada para uma semana.
Informações do Estadão. A professora Juliana Bassetto, 27 anos, aluna de natação no local, passou mal no sábado passado (7) e morreu. Hoje (15) é sua missa de sétimo dia.
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“Os relatos que nós temos é que eles usam quase 10 quilos de cloro por dia”, declarou ao Estadão o delegado, Dr. Alexandre Bento, que comanda as investigações. “É um relato narrado por funcionários. Mas a gente não sabe efetivamente quanto eles usam. Segundo o cálculo pelo rótulo, essa quantidade daria para ser utilizada, em uma piscina dessa, por pelo menos uma semana. Essa é a informação que a gente tem”, relatou.
Professora morreu após aula em piscina
As investigações revelam que a manutenção da piscina ficava com Severino Silva, um ajudante-geral sem nenhum preparo para a tarefa, que acumulava ainda a função de manobrista da academia. À polícia, ele disse que recebia as instruções de trabalho pelos sócios da academia através de mensagens, nem pessoalmente eles falavam com ele.
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A defesa de Severino declara que o proletário colabora com as autoridades. Ele é tratado no caso até o momento apenas como testemunha – o delegado não o indiciou. A C4 Gym diz que um dos sócios tinha formação para o cuidado da piscina e que o certificado foi entregue “como prova”. Os três sócios foram indiciados pelo Dr. Alexandre, que pediu a prisão temporária do Triplo C da C4: Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração.
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