Minas Gerais, 1913. Sebastiana, uma parteira, avisa Chico que Ana perdeu a criança. Ana se lamenta por não conseguir dar um filho a Chico. Cândida nega o direito de Chico criar seu filho Henrique, pois alega que ele se casou com Ana logo após a morte de sua filha Isabel. Ana pede à Virgem de Pedra na gruta que realize o seu desejo de ser mãe. Ela e sua mãe Iraci encontram uma criança em uma cesta na beira do rio Itareré. Ana pede à santa que salve a criança, que chora em seguida. Ana lhe dá o nome de Laura. São Paulo, 1930. Henrique chega ao colégio para buscar Laura e levá-la à cidade de Passaperto, no interior de Minas Gerais. O arcebispo diz ao padre Miguel que ele precisa investigar os milagres que dizem estar acontecendo na cidade de Passaperto e recomenda que ele vá sem batina, fingindo ser um homem comum. Henrique e Laura pegam o trem e ela se surpreende ao ver Miguel sentado na sua cadeira. As malas de Laura despencam do bagageiro em cima de Miguel. O trem dá um solavanco e ela cai no colo dele, irritando Henrique. Laura confere o bilhete de Miguel e avisa que ele está na classe errada. Ana vaga pela floresta. Chegando a Passaperto, Henrique e Laura não dão carona para Miguel em sua charrete, mas eles voltam a se encontrar na balsa, o único modo de fazer a travessia do rio até a cidade. Henrique cumprimenta o pai, Chico Fernandes, de má vontade, mas Laura o abraça com carinho. Ana chega a cavalo e assiste tudo de longe. O advogado Noronha e o engenheiro Gaspar procuram o prefeito Viriato. Miguel vai para a casa de Padre Inácio, que o recebe com carinho. Chico sai em busca de Ana. Laura e Ana se encontram na gruta da santa. Padre Inácio diz que Miguel vai precisar se dar bem com Laura para investigar o milagre. Escobar se perturba com a proximidade de Ana. Miguel e Laura se encontram por acaso na cachoeira.





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