
O senador Flávio Bolsonaro lamentou, neste último domingo (17/05), a morte do copiloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro. O agente estava internado desde março de 2025, quando criminosos atingiram sua cabeça com um tiro de fuzil durante uma operação policial na Vila Aliança, em Bangu, Zona Oeste do Rio. Posteriormente, a morte do policial gerou comoção entre colegas de corporação, familiares e autoridades.
Flávio Bolsonaro lamenta morte de copiloto da Polícia Civil
Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou ter recebido a notícia “com profunda tristeza” e prestou solidariedade à família do agente. “Esse guerreiro dedicou sua vida à missão de proteger a população fluminense. Que Deus conforte o coração de todos os familiares, especialmente de sua esposa, e dê força aos amigos e à corporação neste momento tão difícil.”, escreveu o candidato à presidência da República.
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Veja:
Recebi com profunda tristeza a notícia da morte do piloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, baleado durante uma operação policial na Zona Oeste, em março de 2025.
Neste momento de dor, expresso minha solidariedade aos familiares, amigos e companheiros… pic.twitter.com/Q8mgslndWH
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 18, 2026
Relembre caso de policial atingido em helicóptero
Anteriormente, familiares de Felipe Marques Monteiro confirmaram a morte do policial nas redes sociais. No momento em que foi baleado, ele dava apoio à Operação Torniquete a bordo de uma aeronave da Polícia Civil. Dessa forma, a ação ocorreu no dia 20 de março de 2025 e tinha como alvo uma quadrilha investigada por roubos de vans na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, o grupo criminoso teria causado prejuízo superior a R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico apenas em 2024.
Em seguida, depois de ser atingido na cabeça, o agente permaneceu internado por um tempo. Desse modo, durante o tratamento, ele passou por diversas neurocirurgias e ficou em coma por um longo período devido aos graves ferimentos provocados pelo disparo. Depois de cerca de nove meses no hospital, o oficial chegou a receber alta em dezembro para iniciar a reabilitação. No entanto, o quadro clínico voltou a apresentar complicações.
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