Endrick desvaloriza pressão na Seleção Brasileira: “Difícil é trabalhar de segunda a domingo”

Atacante recusou qualquer tipo de vitimização!

Fernando Melo
Fernando Melo
Colunista sobre o mundo da TV, celebridades, influencers e personalidades da mídia em geral, atuante no segmento desde 2012, com passagens por diversos sites. No Área VIP, além de colunista, é coordenador de redação.
Endrick
Endrick – Foto: Divulgação/CBF

Com apenas 20 anos, o jogador Endrick já sabe o que é jogar ao mais alto nível do futebol e representar o Brasil em uma Copa do Mundo. Em declarações recentes, a joia do Real Madrid abriu o jogo sobre a verdadeira dimensão da pressão no futebol profissional e relembrou a primeira participação no Mundial.

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Questionado com a exigência constante que recai sobre os futebolistas, Endrick adotou uma postura de profunda gratidão, recusando qualquer tipo de vitimização.

“Nós (jogadores) temos uma pressão enorme, mas temos que ser agradecidos pelo que o futebol nos proporciona. Claro que temos momentos de pressão, mas o futebol nos proporciona coisas maravilhosas, que podem mudar a vida das nossas famílias“, disse ele, em conversa com o ‘GE’.

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Para o novo camisa 9 da Seleção Brasileira, rotular a profissão de jogador como ‘difícil’ é desproporcional quando comparada com o esforço diário de quem ganha a vida fora dos gramados.

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“Não é difícil ser jogador. Sim, algumas coisas que acontecem são difíceis, mas a gente não pode falar que é difícil ser jogador. Difícil é ser uma pessoa que acorda às 5 horas da manhã para ir trabalhar de segunda a domingo“, contou ele.

“Nós estamos fazendo aquilo que mais amamos e ganhando dinheiro que pode mudar a vida da nossa família. Só temos de agradecer a Deus por este momento“, resumiu o jogador.

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Sobre a eliminação para a Noruega na Copa, ele contou: “Foi bem triste. Não só para nós, jogadores, mas para todo o povo brasileiro. Foi um momento bastante difícil. Nós não queríamos ter saído naquela etapa“, relembrou.

O jogador ainda admitiu que o fracasso levou a uma reflexão individual profunda por parte de vários jogadores sobre o que poderia ter sido feito de diferente.

“É uma ferida que vai ficar e que vamos tentar cicatrizar o mais rápido possível para poder ajudar a Seleção. Nós não podemos olhar para o passado, temos de olhar para o futuro e o presente que é o agora. Temos de tentar fazer o melhor para a seleção“, concluiu.

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