Mário Quintana é homenageado em três programas da Globo News

Na semana do centenário de nascimento de Mário Quintana, a Globo News está homenageando o poeta com três programas especiais sobre o escritor. O Primeiro foi o Globo News Especial que foi ao ar neste domingo, dia 23, o Arquivo N, na quarta-feira, dia 26, às 23h; e Espaço Aberto, na quinta-feira, dia 27, às […]

Redação
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Na semana do centenário de nascimento de Mário Quintana, a Globo News está homenageando o poeta com três programas especiais sobre o escritor. O Primeiro foi o Globo News Especial que foi ao ar neste domingo, dia 23, o Arquivo N, na quarta-feira, dia 26, às 23h; e Espaço Aberto, na quinta-feira, dia 27, às 21h30.

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No Globo News Especial, a repórter Ana Paula Couto, que também é gaúcha e fã do escritor, mostrou como era a vida de Mário Quintana em Porto Alegre: os amigos pessoais; o quarto de hotel onde vivia e que até hoje permanece intocado – atualmente é a Casa de Cultura Mário Quintana; além de suas referências e inspirações.

Entre os entrevistados estão Armindo Trevisan, poeta e amigo pessoal de Quintana; as fotógrafas Liane Neves e Dulce Helfer, que o acompanharam nos últimos dez anos de vida; e a professora Tânia Carvalhal, que conheceu Quintana quando tinha apenas nove anos de idade e mais tarde se apaixonou pelos poemas e organizou a obra completa dele.

O Arquivo N, do dia 26, resgatou antigos depoimentos do poeta, para mostrar um perfil traçado pelo próprio artista. Em uma entrevista de 1977, por exemplo, Mário Quintana fala sobre fazer poesia: “Há coisas que a gente não podia fazer com outras pessoas, não é? Por exemplo, uma mancha no muro, uma folha que cai. A gente não podia falar, pois isso não é assunto de conversa, nem é fofoca, que diabo. Então, como eu podia conversar? Eu acho que o poeta é alguém que fala sozinho… Há outros que falam sozinhos,então dá-se uma comunicação entre esses sozinhos”.

No programa, o escritor também define o artista – “O poeta é um camarada que se atira no próprio poço e depois começa a pedir socorro” – e minimiza suas angústias – “O sofrimento dos poetas a gente não deve levar muito em conta, porque um poeta que consegue expressar a sua infelicidade com toda felicidade não pode ser infeliz!”.

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No dia 27, o Espaço Aberto faz a última homenagem ao centenário de nascimento do artista. O jornalista Edney Silvestre vai conversar com Luís Augusto Fischer, professor de Literatura Brasileira na UFRGS e autor de “Mário Quintana – uma vida para a poesia”, e Paulo Becker, doutor em Letras pela PUC – RS e autor de “Mário Quintana: as faces do feiticeiro”.

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