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Nikolas Ferreira expõe ligação de Moraes e Toffoli em escândalo com Banco Master

Deputado denuncia esquema bilionário, ligações suspeitas ao BC e acareação marcada no recesso.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Nikolas Ferreira (Foto: X)
Nikolas Ferreira (Foto: X)

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) fez graves acusações contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, ligando-os a um suposto esquema de proteção ao Banco Master, envolvido em uma operação de R$ 12,2 bilhões com indícios de fraude.

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Em vídeo postado em seu perfil no X, antigo Twitter, o parlamentar descreveu o caso como cheio de “sujeira”, afirmando que “ele está longe de ser encerrado e que há ligações que precisam ser esclarecidas”.

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Entenda o caso envolvendo o Banco Master

A denúncia trata da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, e da tentativa de venda ao BRB.

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Segundo o parlamentar, o ministro Dias Toffoli agiu de forma suspeita ao “rejeitar recursos do Banco Central e manter uma acareação marcada para 30 de dezembro de 2025, mesmo durante o recesso judiciário”. O ato envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades do BC e do BRB. Toffoli também negou um pedido da PGR para suspender o procedimento.

O ministro Alexandre de Moraes é acusado de “ter feito ligações para o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto (ou seu sucessor Gabriel Galípolo, conforme relatos), para interferir na liquidação do banco”.

Outra acusação envolve “um contrato de R$ 100 mil mensais entre o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e o Banco Master, por serviços jurídicos”.

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O caso ganhou ainda mais repercussão com a prisão de Daniel Vorcaro e de seu cunhado, pastor da Igreja Lagoinha, em operações da PF.

Há suspeitas de lavagem de dinheiro por fintechs ligadas à igreja. O denunciante fala em uma “suposta rede de influência que envolveria lobismo e proteção judicial”.

O Banco Master nega irregularidades, e o BC afirma que a investigação pode levar até seis meses. O STF e os ministros não se pronunciaram, mas já há pedidos de uma CPMI para apurar as conexões entre o Judiciário e o sistema financeiro.

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Amanda Souza
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