O gaúcho Gilson, ex-integrante da tribo Taiba, é o décimo primeiro eliminado de No Limite. O bombeiro é o quarto eliminado desde o surgimento da tribo Carnaúba, formada pela união dos participantes restantes da Taiba e da Manibu, e sai da competição com cinco votos.

Gilson protagonizou um dos momentos mais polêmicos da competição até o momento. Segundo Índia, Sandi teria acusado o gaúcho de tê-la assediado. A intriga terminou em um barraco, que mobilizou o acampamento.

Durante o jogo, Gilson mostrou ser religioso. Eventualmente ele podia ser encontrado à beira da lagoa, rezando e pedindo proteção. No tempo em que ficou na disputa, ele esteve muito próximo da baiana Índia e mostrou muita afinidade com Alexandre e com a novata Taritza. A baiana chegou a ensinar técninas de luta livre para o bombeiro. Juntos, formavam um núcleo de jogadores que eram apontados como possíveis líderes da antiga equipe azul. Muitas vezes, motivava os companheiros com discursos antes e depois das várias vitórias da antiga equipe azul.

Gilson exaltava o trabalho em equipe e pregava que o sucesso no jogo só seria conseguido com a união dos participantes. Após as derrotas em algumas provas, o gaúcho era um dos primeiros a tentar animar o grupo e pedir que todos reagissem. Nas vitórias, Gilson quase sempre era um os que começavam as comemorações. Mas parece que as atitudes do bombeiro não foram suficientes para mantê-lo no jogo.






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