
Após a aprovação da PEC do fim da escala 6×1 na Câmara (redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado e sem redução salarial), Flávio Bolsonaro e Davi Alcolumbre articularam um novo acordo para tentar barrar a medida, segundo informa a Fórum.
O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, protocolou uma PEC que retoma pontos da reforma trabalhista de Michel Temer, ampliando a negociação direta entre patrão e empregado sobre jornada e remuneração.
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Alcolumbre encaminhou rapidamente essa PEC à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para que seja analisada junto com a proposta original, com o objetivo de travar ou destruir a PEC que acaba com a escala 6×1.
Alcolumbre e Flávio Bolsonaro acertam
A nova PEC permitiria remuneração por hora, inclusive abaixo do salário mínimo, enfraquecendo sindicatos e podendo precarizar relações de trabalho. Rogério Marinho classificou o fim da escala 6×1 como “um desastre” e “crime contra o país”. Ele antecipou que Flávio Bolsonaro deve incluir a extinção da CLT em seu plano de governo.
Flávio Bolsonaro evitou criticar diretamente a PEC do fim da escala 6×1, mas defendeu a proposta alternativa, alegando que a remuneração por hora traria “liberdade” e “proteção” aos trabalhadores.
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“Alcolumbre garantiu ao deputado Marcel Van Hattem que tão logo fosse enviada seria despachada à CCJ”, disparou o líder do PL na Câmara Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), dos R$400 mil em apartamento, através de publicação no Twitter.
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