Anielle Franco avalia acionar Conselho de Ética do PT após apoio a Silvio Almeida

Ex-ministra considera medidas contra dirigente do partido após manifestação favorável ao ex-ministro acusado de assédio, segundo Coluna do Estadão

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Anielle Franco e Lula (Foto: Reprodução)
Anielle Franco e Lula (Foto: Reprodução)

A ex-ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, avalia a possibilidade de acionar o Conselho de Ética do Partido dos Trabalhadores (PT) contra o vice-presidente nacional da sigla, Washington Quaquá, após manifestações públicas de apoio ao ex-ministro Silvio Almeida. A informação foi divulgada pela Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo.

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Segundo a coluna, a reação de Anielle ocorre após Quaquá se reunir com Silvio Almeida e tecer elogios ao ex-ministro, classificando-o como uma referência intelectual. O dirigente do PT também teria feito convites para que Almeida participe de projetos ligados à gestão municipal de Maricá, no Rio de Janeiro, o que gerou forte repercussão interna na legenda.

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O episódio ganha maior sensibilidade por envolver o ex-ministro, que foi alvo de denúncias de assédio sexual apresentadas em 2024. Entre as pessoas que relataram os episódios estaria a própria Anielle Franco, o que levou à sua saída do governo federal e à abertura de investigações sobre o caso pelas autoridades competentes.

Diante desse contexto, a manifestação pública de apoio por parte de um dirigente partidário foi interpretada por aliados de Anielle como incompatível com a postura institucional esperada do partido em relação a denúncias dessa natureza. A possível ida ao Conselho de Ética do PT é vista como uma tentativa de formalizar o desconforto interno e avaliar eventuais medidas disciplinares.

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Ainda de acordo com a Coluna do Estadão, Anielle Franco não formalizou a representação até o momento, mas avalia os próximos passos em meio às discussões internas na sigla. A decisão dependerá da evolução do caso e da repercussão política dentro do partido.

O episódio adiciona mais um elemento às tensões internas do PT, especialmente em um momento em que a legenda busca manter coesão diante de temas sensíveis e de alta repercussão pública. Caso avance, o processo no Conselho de Ética pode aprofundar divisões internas e reacender debates sobre postura institucional diante de denúncias de assédio.

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