
João Dionisio Filgueira Barreto Amoêdo, mais conhecido como João Amoêdo, fundador do partido Novo que já deixou a legenda, criticou Romeu Zema Neto por atacar Flávio Bolsonaro. Ele afirmou que Zema passou “oito anos sendo submisso ao bolsonarismo” e questionou se sua postura atual é ignorância ou oportunismo eleitoral.
Nas redes sociais, alguns usuários apoiam Zema como candidato à presidência, destacando coragem e indignação com a política atual. Outros rejeitam sua candidatura, acusando-o de oportunismo ou criticando sua postura. Há também quem critique Amoêdo, dizendo que ele “virou a casaca” e não tem moral para criticar. Vale dizer que após os ataques, o filho de Bolsonaro revelou que Zema ganhou um milhão de Vorcaro.
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Um dos fundadores do Novo, o empresário, que deixou a legenda, detonou o ex-governador de Minas Romeu Zema, pré-candidato da sigla à Presidência da República, pelo comentário feito a Flávio Bolsonaro.
João Amoêdo critica Zema
Na web, Amoêdo disse que Zema ficou anos sendo submisso para de repente abandonar o barco. “Depois de 8 anos sendo submisso ao bolsonarismo e colocando o NOVO como linha auxiliar da família, Romeu Zema descobriu hoje que eles não são confiáveis. A pergunta que fica: era ignorância ou, novamente, oportunismo eleitoral?”, disparou Amoêdo, que disputou a Presidência da República pelo Novo em 2018.
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Ele deixou a sigla em 2022, após um racha ideológico e político. “Infelizmente, o Novo, fundado em 2011 e pelo qual trabalhamos por mais de 10 anos, não existe mais. O Novo atual descumpre o próprio estatuto, aparelha a sua Comissão de Ética para calar filiados, faz coligações apenas por interesses eleitorais, idolatra mandatários, não reconhece os erros, ataca os Poderes constituídos da República e estimula ações contra a democracia”, disparou ele na época.
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