
O canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), chegou aos 10 milhões de seguidores no Whatsapp na tarde desta sexta-feira (23). O canal foi criado pelo parlamentar logo após o fim do primeiro turno das eleições gerais para ajudar na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em seu perfil no Instagram, André Janones comemorou o resultado. “EXPLODE!!! SOMOS 10 MILHÕES DE LUIZES INACIOS LULAS DA SILVA!!!”, escreveu na legenda do vídeo onde fala sobre a conquista e a live de 24 horas programada para depois do debate da TV Globo.
Os soldados logo reagiram nos comentários. “NINGUÉM VAI SEGURAR NOSSO EXÉRCITOOOOOOOOOOOOOO! NÓS VAMOS REELEGER LULA PRESIDENTE POR MAIS 4 ANOS!”, afirmou um. “É muito bom ver que estamos do lado certo”, comemorou outro. “EXPLODE!!!! Partiu 13 milhões!!!!!!”, escreveu mais um.
Ministro proíbe Nunes Marques de tirar “Exército do Lula” do ar
Confira o post:
No canal, Janones envia ordens aos “guerreiros do presidente Lula” para realizar ações no âmbito digital. Com alto engajamento e crescimento exponencial, o canal virou alvo de processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Exército do Lula fica em primeiro lugar nos ‘assuntos do momento’ de rede social
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Floriano de Azevedo Marques determinou que o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, se abstenha de derrubar o canal “Exército do Lula” no WhatsApp.
A decisão, expedida nesta sexta-feira (23), atendeu ao pedido da Coligação Brasil Pronto Pra Mais, que tem o presidente Lula (PT) como candidato à reeleição. O ministro do TSE entendeu que o risco de nova suspensão do canal de apoiadores de Lula “contribui para criar instabilidade, fomentar desinformação e permitir semeadores de desconfiança de higidez da Justiça Eleitoral”.
TSE libera publicações de Erika Hilton que associam Flávio à “escala 7×0”
Nesta quinta-feira (22), a liminar do ministro André Mendonça que determinava a remoção de publicações da deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) que associavam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à chamada escala de trabalho 7×0, foi derrubada pelo O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por 5 votos a 1. Leia mais…







