
Os Estados Unidos anunciaram uma nova taxação sobre exportações brasileiras, alegando práticas “irrazoáveis” do governo brasileiro, incluindo favorecimento ao Pix pelo Banco Central, que atua como regulador e proprietário da plataforma.
Em vídeo publicado em 4 de junho, Eduardo Bolsonaro defendeu que o Brasil abandone o Pix e adote o Zelle, sistema de pagamentos dos EUA, como parte de negociações com Washington.
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“Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle. (…) Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos”, disparou o ex-parlamentar exilado da ditadura do Moraes.
Criado em 2017 por um consórcio de grandes bancos norte-americanos, permite transferências entre contas usando e-mail ou telefone. É integrado aos aplicativos dos bancos e usado principalmente em transações entre pessoas físicas.

Para usar, é necessário ter conta em banco participante. O dinheiro é enviado diretamente entre contas, geralmente em poucos minutos. O sistema é privado, não administrado pelo governo ou banco central dos EUA.
Diferenças entre Pix e Zelle:
Pix: Operado pelo Banco Central do Brasil, infraestrutura pública, obrigatório para instituições financeiras, disponível em todo o sistema bancário, funciona 24/7 e tem uso comercial amplo.
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Zelle: Operado por bancos privados, infraestrutura privada, depende da adesão dos bancos, funciona conforme regras dos participantes, usado principalmente entre pessoas físicas.
O Zelle é um sistema de transferências digitais dos EUA que permite enviar dinheiro diretamente entre contas bancárias americanas em poucos minutos, sem taxas próprias, mas restrito a quem tem conta em bancos participantes nos Estados Unidos. Diferente do Pix, ele é privado e controlado por grandes bancos, não por um banco central.
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