Como Lula revolucionará transporte público no Brasil

Lula sanciona Marco Legal do Transporte Público Coletivo

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pilotando ônibus Foto: Ricardo Stuckert/PR
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pilotando ônibus Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a Lei nº 15.432/2026, publicada em edição extra do Diário Oficial da União em 14 de junho de 2026, Marco Legal do Transporte Público Coletivo.

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O objetivo é modernizar a política de transporte público urbano, diversificando fontes de financiamento e melhorando regulação e operação.  A lei rompe com o modelo baseado quase exclusivamente na tarifa paga pelo usuário, permitindo novas fontes de custeio como publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Cide Combustíveis.

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Vetos presidenciais:

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  • Exclusão da obrigatoriedade de estados e municípios custearem integralmente gratuidades e descontos tarifários.
  • Retirada de dispositivos que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.
  • Vetos sobre isenção de pedágio, subsídios federais para tarifas locais e criação de novas estruturas administrativas.
  • Exclusão da vinculação obrigatória de 60% da Cide para áreas urbanas.

Lula justificou os vetos para preservar a sustentabilidade fiscal, autonomia de estados e municípios, evitar aumento de gastos permanentes e garantir segurança jurídica na gestão dos sistemas.

Avanços previstos:

  • Discussão sobre tarifa zero.
  • Integração física e tarifária dos sistemas.
  • Transparência na gestão pública.
  • Transição para energias renováveis.
  • Criação de mecanismos nacionais de compartilhamento de dados e monitoramento da qualidade

Parâmetros mínimos de qualidade exigidos: Regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação dos passageiros. A remuneração das operadoras poderá ser vinculada ao desempenho. Informações de Andreia Verdélio na Agência Brasil.

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Vinícius Carvalho
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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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