
A Associação dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo (ADPESP) saiu em defesa da operação que investiga um contrato de R$ 108 milhões entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), após críticas de Flávio Bolsonaro e Ricardo Nunes, que alegaram motivação política na ação policial.
A Polícia Civil cumpriu mandados de busca na produtora Go UP Entertainment (responsável pelo filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro) e no ICB, ambos ligados à empresária Karina Ferreira da Gama. A investigação apura possíveis irregularidades e sobrepreço em contrato para instalação de pontos de wi-fi gratuito em comunidades.
+ Deolane? Virginia Fonseca entra na mira da Polícia Federal
O Tribunal de Contas do Município identificou cerca de 20 irregularidades no edital e recomendou a suspensão do contrato, medida não adotada pela prefeitura. O presidente da ADPESP, André Santos Pereira, afirmou que a operação segue o rito legal e que “ninguém está acima da lei”, negando viés político.
Flávio Bolsonaro sugeriu que a investigação teria motivações eleitorais, enquanto Ricardo Nunes classificou a operação como “perseguição política” e “desrespeito à democracia”. Reportagens apontaram que Flávio Bolsonaro teria solicitado recursos ao empresário Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, com valores de até R$ 61 milhões transferidos ao exterior. A produtora nega ter recebido esses recursos.
+ Trump exalta Flávio Bolsonaro e rasga elogios: “Um jovem muito…”
O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas declarou que a Polícia Civil atua com autonomia e independência, sem interferência política sua no caso.
LULA DIZ QUE FLÁVIO BOLSONARO MERECE SER ENFORCADO: “DAR UMA PORRADA”
Em discurso em Catalão (GO) hoje, o presidente Lula acusou Flávio e Eduardo Bolsonaro de lobby junto a Donald Trump, resultando em tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Chamou-os de “vendilhões da pátria”, “traidores” e “covardes”… LEIA MAIS!






