
Os canais de WhatsApp de André Janones (Rede) e Nikolas Ferreira (PL) foram usados durante a campanha presidencial. No entanto, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), os grupos seguiram caminhos diferentes.
Cadê a “Tropa do Flávio”?
Enquanto Janones tenta ampliar o “Exército do Lula”, a “Tropa do Flávio”, administrada por Nikolas, está sem novas publicações desde domingo (25/10). O grupo permanece perto de 2 milhões de seguidores. A última postagem foi um vídeo em que o parlamentar mineiro criticava a decisão de prorrogar a votação em seções que ainda estavam abertas.
Janones quer chegar a 11 milhões de seguidores
Até a manhã dessa quinta-feira (29/10), o canal de Janones reunia cerca de 10,5 milhões de seguidores. Em mensagem aos integrantes, o deputado negou que o grupo esteja “derretendo” após a eleição. Além disso, ele pediu ajuda para atrair novos participantes. “Só para calar a boca deles, vamos tentar trazer mais uma pessoa e voltar para 10,8 ou, quem sabe, até 11 milhões.“, afirmou.
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Janones disse que esperava perder 1 milhão de inscritos nas primeiras 48 horas após a votação, mas a redução teria ficado em cerca de 200 mil. De acordo com ele, parte das saídas ocorreu por causa de “infiltrados” que entraram no canal para acompanhar a estratégia da campanha petista.
➡️ CANAIS DO WHATSAPP | Enquanto Janones amplia "Exército do Lula"; "Tropa do Flávio" fica inativa
Canal de Janones reúne 10,5 milhões de inscritos e busca chegar a 11 milhões; grupo impulsionado por Nikolas parou nos 2 milhões. pic.twitter.com/AL03mpV3py
— Metrópoles (@Metropoles) October 28, 2026
Governo quer manter grupo
Em suma, o grupo ultrapassou 10 milhões de seguidores no dia 23 de outubro, dois dias antes do 2º turno. Durante a campanha, ganhou força com as chamadas “missões“, que orientavam apoiadores a compartilhar conteúdos e impulsionar publicações favoráveis a Lula.
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Integrantes do governo avaliam que manter essa mobilização pode ajudar a sustentar o apoio ao novo mandato, inclusive diante de um Congresso com maior presença da direita.
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