
Nessa última quarta-feira (4/11), André Janones (Rede-MG) comemorou a repercussão internacional de um bordão que se popularizou durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A expressão “Explode!“, apareceu em publicações do ativista norte-americano Isaiah Martin, aliado do Partido Democrata.
André Janones comemora ao descobrir que seu famoso “Explode!” chegou à disputa americana
No grupo, que reúne milhões de apoiadores, Janones compartilhou publicações que Isaiah fez no “X” (antigo “Twitter”). “Somos internacionais.”, escreveu ele.

Anteriormente, no dia da votação nos Estados Unidos (EUA), Martin incentivou os eleitores norte-americanos a comparecerem às urnas com uma referência ao Brasil. “Vote como um brasileiro hoje! Explode!“, publicou no microblog.
Kkkkkkkkkk tamo indo longe com isso 😂 https://t.co/SMaDpUQKEk
— André Janones (@AndreJanonesMG) November 4, 2026
A realidade é que a vitória do presidente Lula tá inspirando o mundo inteiro! A gente tá mostrando pro mundo que sim, nós podemos vencê-los de uma vez por todas!
— André Janones (@AndreJanonesMG) November 4, 2026
++ “Vote como um brasileiro”: vitória de Lula inspira americanos
Logo depois, enquanto a apuração apontava avanço dos democratas, o ativista voltou a usar o bordão e agradeceu aos brasileiros. “Obrigado, Brasil, por nos mostrar o caminho! Explode!“, escreveu.
De onde surgiu a expressão? Entenda
Em suma, a expressão ganhou espaço durante a campanha presidencial brasileira. Mais especificamente quando Janones passou a utilizar o “Exército do Lula” para mobilizar apoiadores do petista nas redes sociais.
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Desde então, o bordão se tornou uma das marcas das mensagens do deputado, que também chegou a ser convidado para coordenar campanhas eleitorais em outros países.
Eleições nos Estados Unidos
Em suma, as projeções divulgadas ontem apontavam vantagem dos democratas na Câmara dos Representantes e no Senado. O pleito envolve a renovação das 435 cadeiras da Câmara, 35 vagas do Senado e a escolha de governadores em 36 estados.
Com uma possível mudança no controle do Congresso, os democratas podem ampliar a fiscalização sobre o governo Trump e dificultar a aprovação de propostas da administração republicana.
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