
Nesse último domingo (25/10), logo após perder para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não reconhecerá o resultado das eleições presidenciais. No entanto, a declaração contraria promessas anteriores do senador de respeitar o resultado das urnas.
Flávio Bolsonaro mudou de ideia após perder? A promessa feita antes da eleição voltou à tona
No dia 16 de outubro, durante uma sabatina da TV Globo, Flávio havia afirmado: “Vou disputar as eleições com as regras que estão aí. Independentemente de qual for o resultado, vou respeitar.”, afirmou.
Anteriormente, o parlamentar também havia declarado, durante uma entrevista ao programa “Canal Livre”, da “BandNews”, que aceitaria as regras eleitorais. “Eu vou aceitar, vou concorrer com essas regras.“, garantiu.
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Senador diz que não reconhecerá resultado da eleição após derrota para Lula
Logo após a derrota, porém, o filho de Bolsonaro criticou a decisão de Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque o ministro resolveu estender a votação até as 19h. Desse modo, o senador anunciou que pretende contestar o pleito na Justiça. “Nós vamos usar o nosso jurídico para pedir a anulação dessas eleições.“, declarou em uma coletiva de imprensa.
Na sequência, eke também disse considerar “impossível” reconhecer o resultado nas condições em que a votação ocorreu.
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Flávio Bolsonaro, derrotado nas eleições de 2026, reclama do resultado e promete acionar seu jurídico para pedir a anulação das eleições: "Nunca vou saber se um estado onde as urnas não foram reabertas quantos votos eu poderia ter. É inexplicável ter acontecido o que aconteceu."…
— Antenados (@canalantenados) October 26, 2026
PL também pediu mais tempo para votar
Apesar das críticas de Flávio, a própria campanha do ex-presidenciável havia solicitado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a ampliação do horário de votação. O PL queria mais tempo para os municípios de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Isso por conta das chuvas, alagamentos e bloqueios de estradas que dificultavam o acesso dos eleitores às urnas.
O pedido previa a extensão do horário até as 19h, como determinou Zanin. A decisão do ministro, porém, valeu para todo o país.
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