
A defesa do senador Flávio Bolsonaro vestiu a carapuça e protocolou uma petição no STF, dentro de uma notícia-crime já existente contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alegando que Lula reiterou falas que configurariam ameaça e incitação ao crime.
Durante a convenção do PDT em Brasília, em 20 de julho, Lula afirmou que “traidor era enforcado, porque trair a pátria é algo muito grave” e mencionou que hoje existem “vários traidores que vão aos Estados Unidos pedir punição ao Brasil”.
Para os advogados de Flávio, o destinatário das declarações é claramente o senador, e não se trataria de mera metáfora histórica, mas de uma incitação direta à violência.
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A queixa original já analisada pelo STF se baseava em um discurso de Lula em junho de 2026, quando chamou Flávio de “vendilhão da pátria” e citou o caso de Joaquim Silvério dos Reis, delator de Tiradentes, que deveria ter sido enforcado. A repetição das falas seria uma estratégia sistemática de incitação à violência política, aumentando o risco concreto à integridade física do senador. Informações de Manoela Alcântara do Metrópoles.
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A defesa solicita a junção dos novos relatos ao processo original, a apuração das condutas de ameaça e incitação ao crime e a instauração de um inquérito contra Lula. O caso aguarda análise do ministro relator Alexandre de Moraes.
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