
Ninguém entra em acordo e o debate sobre o fim da escala 6×1 ganhou um novo capítulo de intensa articulação política nos bastidores da Câmara dos Deputados nesta semana. Isso porque, alguns parlamentares dos partidos de oposição e do chamado Centrão estão se movimentando para condicionar a aprovação da redução dos dias de trabalho a um pacote robusto de alívio fiscal e trabalhista para os empresários.
Agora, a estratégia foi oficializada por meio de uma emenda protocolada no limite do prazo do projeto que tramita na Casa. A contraproposta é liderada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), autor do texto que tenta equilibrar o impacto financeiro nas empresas.
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De acordo com o parlamentar, reduzir a jornada de trabalho sem uma contrapartida fiscal pode sufocar setores que atuam com margens de lucro mais estreitas e que dependem fortemente de mão de obra, como o comércio e o setor de prestação de serviços.
Ou seja, 176 parlamentares assinaram uma emenda que pede a redução do depósito do FGTS. Entre eles, se encontra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) que assinou a emenda à PEC do fim da escala 6×1 que propõe reduzir o depósito mensal do FGTS pela metade, de 8% para 4%, e zerar o INSS patronal para novas vagas. A medida funciona como moeda de troca exigida pelo Centrão para desonerar empresas.
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Mesmo diante da repercussão negativa de sua assinatura, o deputado federal ainda não se posicionou sobre a medida.
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