Janja quer uma mulher na diretoria da Polícia Federal

Afastamento de Andrei Rodrigues pode antecipar mudança na PF

Lívia Cout
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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Lula e Janja
Lula e Janja. Foto: Divulgação/Agência Brasil

O afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, pode antecipar uma mudança que Lula já planejava caso fosse reeleito. A ideia era retirar Rodrigues do comando da PF para que ele assumisse o futuro Ministério da Segurança Pública, promessa de campanha do presidente.

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Janja entra nos bastidores da escolha do novo diretor da PF

Com isso, nomes para substituí-lo já são avaliados. Entre eles está a delegada Helena de Rezende, que poderia se tornar a primeira mulher a comandar a Polícia Federal. De acordo com informações do “Metrópoles”, a escolha também atenderia a um pedido da primeira-dama Janja.

Por outro lado, o substituto natural é o delegado William Marcel Murad, atual diretor-executivo da corporação e número dois na hierarquia.

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Crise aumenta pressão sobre a Polícia Federal

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa. A decisão ocorreu logo após um pedido do partido Novo.

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Segundo Mendonça, a inteligência da PF teria feito um “monitoramento sistemático e ilegal” contra ele e o advogado-geral da União, Jorge Messias. O caso envolve relatórios sigilosos produzidos durante investigações relacionadas ao Banco Master.

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Cúpula reage e entrega cargos após afastamento

A decisão provocou reação da cúpula da PF. Os 11 diretores da corporação colocaram os cargos à disposição de Murad e defenderam Andrei Rodrigues. Em nota, classificaram as acusações como “narrativas influenciadas por interesses político-eleitorais“.

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Enquanto isso, o afastamento passou a ser analisado pela Segunda Turma do STF. O julgamento, porém, foi suspenso depois do pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. A AGU também busca reverter a decisão.

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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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