
Após ser depreciado, Caetano Veloso entrou na Justiça contra o deputado federal Lucas Pavanato. O parlamentar chamou o cantor de “vagabundo” em um vídeo publicado nas redes sociais em 19 de outubro.
Na gravação, Pavanato e o jornalista Thiago Asmar criticaram Caetano Veloso e Gilberto Gil por supostamente não se manifestarem sobre as queimadas na Amazônia. Os dois também afirmaram que os cantores recebem dinheiro por meio da Lei Rouanet.
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Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, Caetano alega que as declarações são falsas e atingem sua honra e reputação. O cantor pede que Pavanato e Asmar publiquem vídeos de retratação nos mesmos perfis em que a gravação original foi divulgada, com destaque semelhante.
O vídeo acumulou cerca de 288 mil curtidas e 33 mil compartilhamentos em menos de 24 horas, segundo as informações citadas. Além da retratação pública, Caetano Veloso pede R$ 50 mil em indenização por danos morais.
Até o momento, Lucas Pavanato e Thiago Asmar não se manifestaram nas redes sociais.
Pavanato também entrou na mira do Ministério Público de São Paulo (MPSP). O órgão abriu um inquérito para investigar o deputado federal por injúria e discriminação.
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“Saber que vocês estão insatisfeitos com a votação da Eduarda (Campopiano), saber que vocês estão preocupados com a minha votação, é exatamente o que eu espero. Porque realmente nós somos uma ameaça pra vocês. Realmente nós temos uma bancada agora forte pra enfrentar a ideologia hegemônica de vocês. Vocês são a minoria, e como minoria a gente vai colocar vocês no devido lugar”, disse Pavanato à Jovem Pan.
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