
Marca da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o gesto de formar o ‘L’ ultrapassou as fronteiras do Brasil e vem representando movimentos progressistas internacionais, um símbolo de resistência política, defesa da democracia e enfrentamento ao fascismo e ao avanço da extrema direita.
Em Móstoles, na região de Madri, na Espanha, manifestantes ergueram as mãos formando a letra ‘L’ durante uma mobilização do Frente Amplio em solidariedade ao presidente brasileiro. A manifestação reforçou a conexão entre organizações políticas europeias e movimentos democráticos brasileiros.
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A mobilização ganhou destaque no contexto da reeleição de Lula, em 25 de outubro de 2026, quando o resultado das urnas brasileiras passou a repercutir entre lideranças, organizações sociais e movimentos progressistas de diferentes países.
O sinal, que ganhou projeção nacional durante as campanhas eleitorais de Lula, passou a circular também em manifestações e publicações nas redes sociais fora do Brasil, associado à oposição ao autoritarismo, à defesa dos direitos humanos e à solidariedade internacional.
Para os participantes dessas mobilizações, a letra representa mais do que a identificação com uma liderança política. O gesto passou a expressar valores compartilhados por movimentos que defendem instituições democráticas, igualdade, diversidade e respeito aos direitos fundamentais.
No Brasil, o gesto tornou-se o principal símbolo de campanha e de apoio ao presidente, sendo amplamente utilizado por eleitores, militantes e figuras públicas (como artistas e políticos nacionais e internacionais).
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Tudo começou em uma reunião do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1989. Sem dinheiro para a campanha eleitoral, o jornalista e publicitário Mario Milani teve a primeira inspiração do símbolo L de Lula. Milani destaca que L vai além do L de Lula, mas representa também o L de Luta, L de Livre e, sobretudo, L de Liberdade.
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