
O presidente Lula assinou a entrada do Rio de Janeiro no Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que renegocia dívidas estaduais com a União e destina parte da economia para políticas sociais, especialmente saúde e educação.
Lula destacou que o sistema anterior não beneficiava nem a União (que não recebia os valores) nem os estados (que não conseguiam investir). O novo acordo é descrito como um “acordo civilizatório” entre União e estados.
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O Rio de Janeiro, que pagava R$ 1,3 bilhão por mês, passará a pagar R$ 110 milhões. Isso aumenta a capacidade de gestão financeira do estado. Lula afirmou que parte da economia deve ser aplicada em políticas sociais, com foco em saúde e educação, reforçando a responsabilidade do governo estadual na destinação correta dos recursos.
O presidente criticou negociações “leoninas” que inviabilizariam o pagamento das dívidas, defendendo condições realistas para estados endividados.
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“Vai sobrar mais dinheiro para o governo administrar o Rio de Janeiro, e uma parte desse dinheiro tem que ser alocada em políticas sociais, de preferência em duas áreas cruciais: saúde e educação”, disparou o homenzarrão.
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