
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, encontrou-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por cerca de 1h30, acompanhado de José Guimarães e Teresa Leitão.
Alcolumbre classificou a conversa como produtiva e destacou que o diálogo institucional entre Congresso e Presidência foi restabelecido, após a rejeição do nome de Jorge Messias para o STF. Ele frisou que “não falamos nada do passado”.
O encontro foi precedido por um jantar na casa do ministro Alexandre de Moraes, mediado por ele e pelo ministro Cristiano Zanin, onde Lula e Alcolumbre expuseram mágoas e decidiram “zerar o jogo”.
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Foram abordadas pautas como:
- PEC para acabar com a escala de trabalho 6×1
- PEC da Segurança Pública
- Emendas parlamentares, cuja negociação deve avançar após as eleições de outubro
Alcolumbre pediu apoio de Lula para tentar permanecer na presidência do Senado em 2027, enquanto Lula cobrou empenho para aprovar a PEC do fim da escala 6×1 ainda em 2026.
O tema de uma nova indicação ao Supremo foi evitado para não gerar tensões adicionais; Lula teria sinalizado que só decidirá após as eleições. A relação entre Lula e Alcolumbre havia se deteriorado após a rejeição de Jorge Messias ao STF, mas aliados e ministros do Supremo ajudaram a reaproximação.
“Teve uma reunião institucional muito importante para a democracia, porque o presidente do Congresso precisa ter o diálogo aberto com o presidente do Brasil, e esse diálogo foi restabelecido. Tanto que já tivemos duas reuniões muito boas e produtivas, pensando no Brasil. Esse é o meu papel, e eu creio que é o dele também”, expôs Alcolumbre.
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