
O Presidente da República Federativa do Brasil, o excelentíssimo senhor Luiz Inácio Lula da Silva, do PT SP (Partido dos Trabalhadores pelo estado de São Paulo) usou o momento para reforçar princípios éticos, cobrar responsabilidade das lideranças do Judiciário e abrir caminho para uma possível reforma institucional.
O presidente Lula fez uma declaração firme nesta sexta, 4 de setembro, em cerimônia no Planalto, sobre o conflito entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, destacando que nenhuma autoridade pode usar o cargo em benefício próprio.
Lula afirmou que “ninguém, em nome da democracia, pode utilizar o cargo que tem em benefício pessoal”, reforçando que isso vale para qualquer função pública, inclusive para ele próprio.
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“Ninguém, em nome da democracia, pode utilizar o cargo que tem em benefício pessoal. Isso vale para o presidente da República, vale para um catador de material reciclável, vale para uma parteira, vale para uma médica.”
O presidente cobrou postura firme do presidente do STF, Edson Fachin, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, pedindo que atuem para pacificar a crise. Também criticou o vazamento de informações sigilosas, que segundo ele corroem a confiança nas instituições.
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O conflito ganhou força após desdobramentos ligados ao Banco Master, colocando em xeque a imagem do STF.
Lula sinalizou que o episódio pode ser o estopim para uma reforma estrutural no sistema de Justiça, com foco em transparência, governança e credibilidade. A proposta deve entrar na agenda legislativa do próximo ano.
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“Diante da gravidade do momento, o povo brasileiro espera que o presidente da Suprema Corte e a Procuradoria-Geral da República liderem um processo que garanta a integridade e a confiança nas investigações”, disse Lula da Silva.






