
Kassio Nunes Marques usou um encontro com observadores internacionais para defender a segurança das urnas eletrônicas e destacar a enorme operação logística das eleições brasileiras, comparando-a à estrutura de um Super Bowl, mas em escala ainda maior.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, recebeu 47 representantes estrangeiros e de organizações internacionais na véspera do segundo turno das eleições de 2026 para apresentar e discutir a organização do processo eleitoral brasileiro.
Durante o encontro, ele defendeu a confiabilidade das urnas eletrônicas e destacou a dimensão da estrutura eleitoral brasileira.
“Quando falamos da estrutura das eleições brasileiras, não estamos falando apenas da preparação de mais de 500 mil urnas eletrônicas. Estamos falando de uma das maiores operações de tecnologia e logística eleitoral do mundo, capaz de mobilizar milhões de pessoas em milhares de municípios no mesmo dia”, declarou em evento nesta manhã (24).
Kassio comparou a complexidade logística das eleições brasileiras à do Super Bowl, afirmando que o Brasil mobiliza uma operação ainda maior para atender mais de 158 milhões de eleitores e operar mais de 500 mil urnas eletrônicas em milhares de municípios.
“Para dar uma dimensão desse desafio, podemos compará-lo a um dos maiores eventos esportivos dos Estados Unidos: o Super Bowl. Se aquele espetáculo exige uma operação tecnológica e logística de enorme complexidade, a eleição brasileira mobiliza uma estrutura ainda maior para garantir a cada cidadão o direito de escolher seus representantes”, comentou.
Segundo o presidente do TSE, missões de observação internacional, incluindo OEA, Parlasul, Centro Carter e UNIORE, reconheceram:
- a capacidade operacional da Justiça Eleitoral;
- o funcionamento das urnas eletrônicas;
- a preparação dos mesários;
- os mecanismos de auditoria;
- a transparência na transmissão, totalização e divulgação dos resultados.
As avaliações também registraram que a votação acompanhada pelas missões ocorreu, em geral, de forma tranquila e organizada, sem incidentes graves nos locais observados.
O TSE convida observadores internacionais desde 2010, com o objetivo de apresentar a logística, o planejamento e os mecanismos de confiabilidade das eleições brasileiras.
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