
A Meta disse ao TSE não ter encontrado evidências de irregularidades no canal “Exército do Lula”, defendendo que a mobilização política de apoiadores é legítima quando não envolve práticas ilícitas.
A Meta informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou irregularidades no canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones, nem identificou atuação coordenada ilícita em suas publicações no Instagram.
Segundo a empresa, a mobilização política de apoiadores, por si só, não viola as regras do WhatsApp, Instagram ou Facebook.
+ Ministro proíbe Nunes Marques de tirar “Exército do Lula” do ar – Portal Área VIP
A Meta destacou que suas políticas proíbem práticas como:
- disseminação de conteúdo fraudulento;
- envio automatizado de mensagens;
- coordenação de atividades criminosas ou violentas;
- comunicações ilegais e falsificação de identidade.
A empresa argumentou que a restrição a ações coordenadas nos canais do WhatsApp se refere a atividades ilícitas, e não à organização de apoiadores para participação política dentro da lei.
+ Neymar surge com Nikolas Ferreira: “Cansei de falar de política” – Portal Área VIP
A manifestação cita a legislação eleitoral e a Resolução nº 23.610/2019 do TSE, afirmando que a organização de apoiadores reais e identificados é permitida, desde que não seja usada para práticas ilegais.
Embora não tenha encontrado irregularidades até o momento, a Meta informou que ainda não concluiu a análise de todo o material do processo. Parte das provas foi entregue em um pen drive ao qual a empresa teve acesso apenas naquele dia. Por isso, a companhia pediu mais cinco dias para concluir a avaliação.
O caso vem no cenário da eleição presidencial de 2026, cujo segundo turno ocorre entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.







