Após insistência de Nunes Marques, Meta descarta irregularidades no canal “Exército do Lula”

Nunes Marques bate o martelo

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Kássio Nunes Marques Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Kássio Nunes Marques Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Meta disse ao TSE não ter encontrado evidências de irregularidades no canal “Exército do Lula”, defendendo que a mobilização política de apoiadores é legítima quando não envolve práticas ilícitas.

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A Meta informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou irregularidades no canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones, nem identificou atuação coordenada ilícita em suas publicações no Instagram.

Segundo a empresa, a mobilização política de apoiadores, por si só, não viola as regras do WhatsApp, Instagram ou Facebook.

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A Meta destacou que suas políticas proíbem práticas como:

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  • disseminação de conteúdo fraudulento;
  • envio automatizado de mensagens;
  • coordenação de atividades criminosas ou violentas;
  • comunicações ilegais e falsificação de identidade.

A empresa argumentou que a restrição a ações coordenadas nos canais do WhatsApp se refere a atividades ilícitas, e não à organização de apoiadores para participação política dentro da lei.

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A manifestação cita a legislação eleitoral e a Resolução nº 23.610/2019 do TSE, afirmando que a organização de apoiadores reais e identificados é permitida, desde que não seja usada para práticas ilegais.

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Embora não tenha encontrado irregularidades até o momento, a Meta informou que ainda não concluiu a análise de todo o material do processo. Parte das provas foi entregue em um pen drive ao qual a empresa teve acesso apenas naquele dia. Por isso, a companhia pediu mais cinco dias para concluir a avaliação.

O caso vem no cenário da eleição presidencial de 2026, cujo segundo turno ocorre entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

Vinícius Carvalho
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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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