
(Lula Marques/Agência Brasil)
O governo brasileiro de Lula destinou cerca de R$ 565 bilhões em 2025 para ações de segurança alimentar e nutricional dentro do III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan), que vai até 2027.
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No primeiro ciclo de monitoramento, 73% das 410 entregas previstas já apresentavam algum nível de execução. O plano inclui iniciativas de proteção social, transferência de renda, saúde, agricultura familiar, abastecimento alimentar e desenvolvimento territorial.
Resultados iniciais:
- Fortalecimento do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) com 93% de execução.
- Ações de combate à fome com 68,4% de implementação.
- Iniciativas de acesso à terra, água e território com 72,8%.
Avanços:
- Saída do Brasil do Mapa da Fome.
- Entre 2023 e 2024, 26,5 milhões de pessoas deixaram a situação de fome.
- O país registrou o menor índice histórico de insegurança alimentar grave (3,2% dos domicílios).
Houve fortalecimento da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar (Caisan), implementação do Protocolo Brasil Sem Fome e adesão de mais de 2.297 municípios ao Sisan.
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O Encontro +2, realizado em Brasília, reuniu sociedade civil e governo para monitorar o primeiro ano do plano e definir prioridades futuras.
Dessa forma, o III Plansan de Lula marca uma retomada das políticas públicas de combate à fome, com resultados expressivos já no primeiro ano e desafios voltados à expansão das ações em regiões mais vulneráveis.
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