
O partido Republicanos de Tarcísio de Freitas anunciou que ficará neutro na eleição presidencial de 2026, sem apoiar Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A decisão foi tomada após ouvir os diretórios estaduais; 17 votaram pela independência, 9 pelo apoio a Flávio e 1 pela reeleição de Lula. A neutralidade representa um revés para a estratégia do PL de ampliar sua base de apoio nacional.
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Flávio Bolsonaro se reuniu com Marcos Pereira, Rogério Marinho e Valdemar Costa Neto, mas não conseguiu reverter a posição. O Republicanos afirmou que a neutralidade reflete respeito à diversidade regional e à unidade partidária, destacando maturidade institucional e compromisso democrático.
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O partido disse que focará em ampliar sua representação no Congresso Nacional. A economista Daniella Marques, cotada para vice, perde força após a decisão. O Progressistas (PP) também optou pela neutralidade, dificultando alianças para a vice-presidência. Faltando pouco mais de dez dias para o registro das chapas (15 de agosto), Flávio Bolsonaro ainda não definiu seu vice e pode ter que recorrer a um nome dentro do próprio PL.
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O Republicanos, partido de Tarcísio de Freitas, era visto como um aliado importante para ampliar a base de Flávio. A decisão de não apoiar enfraquece sua capacidade de formar uma frente ampla. A decisão é interpretada como um revés político, já que Flávio tentou negociar diretamente com lideranças do Republicanos, mas não conseguiu convencê-las.
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